terça-feira, 30 de dezembro de 2008




Vá tomar no blogger
Seu filho da net.


Fabiana Wazowski

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Alinhar ao centro

Sentir Explode
Big bang:
Sou só fragmentos.


Fabiana Wazowski

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008


Estacão das almas

Primaveras sutis
risos e promessas

verões estonteantes
paixões e adagas
crimes e glórias

Outonos incômodos
Secam os olhos como folhas

Invernos inócuos
solitude e adeus.

Fabiana Wazowski

sábado, 13 de dezembro de 2008


Comprei meu coração
numa liquidação
barato feito pão

Veio num pacote chulo,
amassado e era
pequeno feito um grão

Abri o pequeno embrulho
peguei-o com orgulho
feliz que só o cão

Aquilo cresceu de repente
e eu sorri entredentes
pulando de emoção

O troço escorregou
da minha mão
e se espatifou no chão

Era contrabandeado
procurado,cassado
foi um lapso de ilusão.


Fabiana Wazowski

terça-feira, 9 de dezembro de 2008


Viro éter
todos os dias
tranquilamente...

Sossego
não vou partir nunca
alegria precisa...

Never more
never...
help the poor.


Fabiana Wazowski
Vou quebrar as correntes,
Fugir do cativeiro,
Calcular o tempo que irei gastar
Daqui pro meu enterro.

Engula o choro,
desate os nós,
vida é paradoxo,
corda fina e bamba.

Que cara é essa?
Te empresto meu bom-humor
Não é lá muita coisa,
Mas foi só o que restou.


Fabiana Wazowski

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008




Tempo é repetição.

Olhar não gasta,

a luz ofusca, repete ,ressalta...

As redes, red, blue ,pink and green

Eis o cubismo cotidiano passando por entre gentes

olhos alheios.

Fabiana Wazowski

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008



Nunca sei aonde vou parar
A ansiedade marca o passo,
O impulso: o norte.
A única vantagem:
Não posso me perder,
se não sei aonde vou.


fabiana Wazowski.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008



O meu caos é o meu recanto
minha fortaleza é o meu silêncio
O meu cenário inacabado,
O meu monólogo inaudível,
nenhum aplauso no palco do meu medo.


fabiana Wazowski.

sábado, 29 de novembro de 2008


Chamo o teu nome.
Uma sílaba opaca que ecoa grave e sem retorno.
Não me peça para entender,
não me diga pra não chorar,
não me mande flores murchas e sem cor numa manhã de setembro.
não quebre as minhas estátuas de sal,
não risque minha parede de granito,
não quero ver os teus olhos que me corrompe.
Não me confunda nem me aprisione com o seu discurso
joguei fora o meu sorriso junto com as minhas tralhas,
guardei meus sonhos numa gaveta imaginária,
Perdi a memória.
tranquei-me dentro de mim,
joguei a chave fora.

Fabiana wazowski

sexta-feira, 28 de novembro de 2008



Sentir,ser,saber....
vagamente transfigurando-se
A única forma de ver tudo
da maneira que pensamos
Ando a procurar seus olhos na linha do horizonte.


Fabiana Wazowski

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Post-it

Vou chorar pitangas para mamar no seio da impossibilidade.


Fabiana Wazowski.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Todo o meu ânimo está aqui
Jogado,grátis,inconsciente.
Minha angústia,obscura,
Pela linguagem desatinada.
Saio cambaleante e ansioso,
Ganhar o mundo é perde-se a si próprio.
Eis o testemunho do meu transe:
Despedaçado.
Fabiana Wazowski

segunda-feira, 24 de novembro de 2008


As ruas desertas agravam
a melancolia da noite
A incerteza dos segundos
a efemeridade das paixões
as lágrimas,os vícios
as perdas.

Fabiana Wazowski
Como quem procura no espelho
uma clara multidão
Personificada no eu sozinho.

Fabiana Wazowski

domingo, 23 de novembro de 2008

Não me procure
não me aborreça
não apareça
não creia em mim
não me perdoe
não me corrompa
não me interrompa
não quero sentir
não me tenha
não me chame
não me anime
não me ame
não estou aqui
sai ontem e não sei quando volto.

Fabiana Wazowski
Sou assim
tudo em mim é mil
sou assim
passos largos
olhar difuso
sempre tanto quanto
saio de mim
e volto e vou e volto...